Empresas israelenses de alta tecnologia quebram recorde de investimentos

Empresas israelenses de alta tecnologia estão ganhando cada vez mais espaço de transmissão em organizações internacionais de notícias e, ao que tudo indica, toda essa divulgação é justificada. No segundo trimestre de 2014, as empresas israelenses de alta tecnologia atingiram uma marca recordista de USD 930 milhões, segundo informação da Israeli High-Tech and Venture Capital Database (IVC).

Conforme o Centro de Pesquisas da IVC, os números do segundo trimestre de 2014 mostram um aumento de 38% de fundos levantados por empresas de alta tecnologia em comparação ao primeiro trimestre do mesmo ano, com 175 destas empresas recebendo, em média, investimentos de USD 5,3 milhões.

Além disso, o pico em investimentos assinala um crescimento impressionante de, aproximadamente, 100% desde o final de 2013, números que claramente imprimem a grande confiança por parte de investidores internacionais e locais nas empresas e gestão israelenses de alta tecnologia.

Se há um nome que se sobressai na lista das empresas com maior arrecadação no segundo trimestre de 2014, este é a Landa Nanography de Benny Landa. O magnata da impressão digital, muitas vezes chamado de o “pai da impressão digital comercial”, ou como Ofer Sela da KPMG o chama, o “Steve Jobs da Impressão”, entrou no mercado da impressão na década de 70 quando fundou a Indigo Digital Printing, criando a primeira máquina de impressão digital a cor do mundo. Atualmente, após mudar de empresa (a Indigo foi vendida à Hewlett-Packard em 2002 por cerca de USD 830 milhões), Landa possui uma nova empresa de impressão nanográfica chamada Landa Nanography, a qual levantou impressionantes USD 135 milhões do grupo ALTANA na Alemanha e contribuiu fortemente para o pico de investimentos visto neste trimestre.

À medida que surgem cada vez mais startups na Nação das Startups, torna-se fácil adivinhar que os impressionantes números de investimentos atingidos neste trimestre persistirão, especialmente levando em conta o amadurecimento do mercado israelense e a nova percepção das empresas de que a sua permanência no mercado gerará frutos.

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