Startups high-tech de Israel geraram US$ 7,44 bilhões para investidores em 2017

O valor do ano passado foi 110% maior do que o volume gerado em 2016, de US$ 3,5 bilhões.

Este artigo foi retirado de Época Negócios

Um novo relatório da PriceWaterhouseCoopers (PwC) revela que as saídas de startups israelenses de alta tecnologia totalizou US$ 7,44 bilhões (aproximadamente R$ 24 bilhões). O termo “saída” (ou exit) se refere ao momento em que um investidor ou sócio abre mão de seu percentual da companhia em troca de uma quantia de dinheiro. O valor do ano passado foi 110% maior do que o volume gerado em 2016, de US$ 3,5 bilhões.

Quase metade das saídas contabilizados aconteceram nas áreas de computação e alta tecnologia, incluindo ferramentas de cibersegurança. Um quarto das companhias no relatório atuam na indústria de ciências naturais. O maior IPO obtido foi o da empresa de software ForeScout Technologies, que levantou US$ 116 milhões na NASDAQ em outubro.

O relatório também aponta uma importante mudança ocorrida no último ano, que se refletiu na evolução das startups. Enquanto antes o ecossistema era marcado pelas early exits (saídas em estágio inicial do negócio), agora se percebe uma postura mais “paciente” dos investidores israelenses, que optam por deixar a empresa em etapas mais maduras das companhias.

Além disso, a PwC destacou que houve mais aquisições dentro do mercado local do que no ano passado, com a compra de companhias como Gett, Innovid, Playtika e Radware. Também relatou que companhias baseadas na China, Índia, Japão e Europa estão demonstrando mais interesse por fusões e aquisições (M&A) com empresas israelenses.

Este artigo foi escrito por Miriam Sanger para Época Negócios


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