Acordos de Livre Comércio de Israel atingem novos marcos

Quarenta e três anos atrás, Israel alcançou seu primeiro acordo de livre comércio com os países do Mercado Comum Europeu. Desde então, Israel assinou vários acordos adicionais com países do mundo todo. Impulsionada em grande parte por esses acordos de livre comércio, a troca de bens e serviços em Israel disparou nas últimas décadas. Desde 1980, o valor combinado das importações e exportações de Israel subiu 934%. A União Europeia, os Estados Unidos e a Ásia são os principais mercados de Israel para importações e exportações.

O Acordo de Livre Comércio entre o MERCOSUL e Israel entrou em vigor em 28 de abril de 2010 com objetivo de eliminar as barreiras ao comércio de bens e de aumentar e diversificar as oportunidades de comércio entre os países. Desde a entrada em vigor do Acordo no Brasil, a tarifa aduaneira foi reduzida conforme a classificação da mercadoria. As demais reduções se darão no dia 1º de janeiro de cada ano subsequente, até que em 1º de janeiro de 2019, quase todos os produtos possuam isenção total do imposto de importação. A cada ano, cerca de 700 empresas israelenses exportam um valor total de US$1 bilhão para o Brasil, distribuídos em cerca de 1.200 itens. Desse total, 3/4 já obteve isenção do imposto de importação e, a partir de janeiro de 2019, cerca de 95% do NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul) terá isenção do referido imposto.

Clique aqui para acessar o texto do Acordo em português e aqui para acessar a versão em inglês.

2018 já viu um crescimento significativo em acordos comerciais adicionais, à medida que os laços econômicos de Israel continuam a crescer com os países em todo o planeta, e mais e mais nações buscam explorar a inovação e o empreendedorismo israelenses. Na semana passada, Israel atualizou seu atual acordo de comércio com o Canadá, com o ministro de Economia e Indústria de Israel, François Philippe Champagne, assinando um acordo que reduz as tarifas de mais 2.000 produtos, acrescentando provisões sobre e-commerce, mão-de-obra e padrões ambientais. Nos últimos meses, Israel concluiu com sucesso as negociações sobre um acordo de livre comércio com a Ucrânia e finalizou seu acordo com o Panamá. Essa enxurrada de atividades de livre comércio vem em cima das negociações em andamento com a Coréia do Sul, Vietnã, Índia, China e União Aduaneira da Eurásia, um grupo formado pela Rússia, Quirguistão, Belarus, Cazaquistão e Armênia.

Aproximadamente 70 por cento das exportações de Israel são enviadas para países que assinaram acordos de livre comércio com Israel. Os acordos de livre comércio vigentes incluem:

  • União Européia: 1975
  • Estados Unidos: 1985
  • Associação Europeia de Comércio Livre (Islândia, Liechtenstein, Noruega, Suíça): 1992
  • Canadá: 1997
  • Turquia: 1997
  • México: 1999
  • Mercosul: 2007
  • Colômbia: 2013

Membro da Organização Mundial do Comércio (OMC) e da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), Israel se estabeleceu como um participante integral no comércio global, com suas proezas em tecnologia e inovação – das tecnologias de irrigação transformadoras ao próspero setor das TIC (Tecnologias da Informação e da Comunicação) do país.

O movimento em direção a um maior livre comércio nas últimas cinco décadas conferiu benefícios econômicos significativos a Israel: a abertura de novos mercados, melhores condições para as empresas israelenses operando no exterior, aumento das exportações e plataformas cada vez mais robustas para resolver disputas comerciais e melhorar a cooperação. Além disso, o aumento do comércio e dos laços econômicos também serve para promover melhores relações diplomáticas, ressaltando os benefícios estratégicos de longo prazo para o crescimento econômico de Israel.

Com Israel pronto para expandir ainda mais sua marca comercial global no curto prazo, países do mundo continuarão colhendo os benefícios de melhores laços comerciais e expandindo o acesso às inovações israelenses que estão transformando a indústria – do software à segurança cibernética, inteligência artificial e tecnologia conectada, veículos para a gestão sofisticada da água e plataformas agrícolas, e muito mais.