Starbucks instala tecnologia israelense de recarga de telefones em lojas

Mesas nas lojas da Starbucks serão equipadas com a tecnologia de placas de recarga Powermat, desenvolvida por Israel, nas quais os clientes poderão colocar seus aparelhos compatíveis e carregá-los sem fio.

As Powermats estão sendo comercializadas pela fabricante de baterias Duracell, subsidiária da Proctor & Gamble que firmou parceria com a empresa israelense para vender a tecnologia nos EUA. É apenas uma das muitas parcerias estabelecidas pela Powermat com gigantes norte-americanas. Em 2011, a empresa fez um acordo com a General Motors para incluir a tecnologia Powermat nos modelos de carros elétricos Chevy Volt. Em 2012, as Powermats começaram a aparecer em aeroportos em Chicago, Aspen, Omaha e Toronto, onde permitem aos usuários recarregar seus aparelhos nos aeroportos, que geralmente contam com pequena quantidade de tomadas elétricas.

Além da Starbucks, a McDonald’s, maior rede de fast-food, está testando as Powermats em vários centros comerciais de Manhattan.

A Powermat divulga suas placas como dispositivos que proporcionam “energia sem fio” para carregar aparelhos, mas não extraem cargas elétricas do ar. A placa Powermat precisa ser conectada a uma fonte de energia normal, mas os aparelhos podem ser recarregados deixando-os sobre a placa de recarga. A placa baseia-se na indução eletromagnética, que usa campos magnéticos para produzir eletricidade que pode ser transferida a um aparelho sem fio. As placas são de baixa potência (5 a 50 watts), e os usuários podem colocar não apenas seus aparelhos, mas também suas xícaras de café, sem consequências negativas. Até seis aparelhos podem ser recarregados em uma placa conectada a uma única fonte de energia elétrica, diz a Powermat.

“Os pontos Powermat na Starbucks são o resultado de quase uma década de pesquisa científica envolvendo ciências materiais, indução magnética e redes em malha (mesh)”, diz Ran Poliakine, CEO da Powermat Technologies. “O plugue de dois pintos remonta à era da carruagem, de forma de que o anúncio de hoje marca a primeira atualização significativa na forma como acessamos a energia em mais de um século.”

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